Após deixar o estabelecimento, ele foi caminhando com a vítima sob a mira da arma por dois quarteirões (cerca de 200 m), sendo acompanhado pelos militares, que haviam cercado a área.
A vítima não se feriu fisicamente. Ela ficou sob a mira da arma por, pelo menos, 15 minutos até ser libertada.
"Foram ameaças a todo o tempo. Ele agrediu um vendedor e fez pressão psicológica, só falando que iria ia me matar, perguntando se eu tinha pai, mãe, filhos... Disse que eu não tinha nada a perder, e eles também não. [Fizeram] xingamentos, piadas de mau gosto com as meninas da loja… Foi horrível", contou ao RJTV uma funcionária da loja, que preferiu não se identificar.
Os dois presos foram levados para a delegacia de Angra. Um quarto suspeito, que esperava os outros três em um carro, conseguiu fugir e continua sendo procurado.
Italotimoteo


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