O protocolo foi dividido em fases: viagem, hospedagem, testagem, treinos, jogos e retorno das equipes aos países de origem. As delegações, assim que chegarem ao Brasil, serão testadas dentro dos hotéis. Elas devem ficar em quartos e andares separados.
Além disso, as equipes usarão voos fretados e ônibus individuais, que serão higienizados antes e depois do uso.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que a testagem será feita com o exame RT-PCR e que nenhum teste será realizado pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Todos os jogadores terão seguro de vida e, caso haja necessidade, serão atendidos por hospitais privados.
O chefe da pasta também falou que os atletas não serão obrigados a tomar vacina para disputar o campeonato. Ele argumentou que a aplicação do imunizante neste momento não causaria a imunidade até o início da competição.
Segundo o coordenador operacional da Copa América, André Pedrinelli, seis das dez equipes já estão imunizadas e duas terminarão a imunização nesta semana.
De acordo com ele, entre jogadores e membros das comissões técnicas das dez seleções, haverá 650 pessoas envolvidas no torneio, além de 450 ligadas à Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) espalhadas pelas quatro sedes.
"O protocolo atende todas as exigências sanitárias do nosso país, respeita o que estamos fazendo dentro das competições da CBF e é uma evolução em relação ao protocolo sanitário da Conmebol."
Queiroga ressaltou que todos os jogos serão realizados sem a presença do público, em um ambiente sanitário controlado e monitorado pela vigilância sanitária dos estados e municípios.
folha


0 Comentários