Foram 650 chamados atendidos pelos socorristas do Samu Alagoas no mês de janeiro. No mês de fevereiro, o número aumentou para 755. Já no mês de março, esse número quase que dobrou, saltando para 1.339 atendimentos de ocorrências relacionadas ao novo coronavírus.

A supervisora geral do Samu Alagoas, Josileide Costa, reforça que, mesmo diante de todos os esforços realizados pelo Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), para conter o avanço da doença no território alagoano, é preciso que a população também exerça o seu papel social e redobre as medidas preventivas para evitar o surgimento de novos casos de Covid-19.

“Tem sido um trabalho árduo e desgastante a luta contra a Covid-19 e, apesar de todos os desafios enfrentados, os nossos socorristas têm dado exemplo e encarado essa batalha com muita garra e determinação. Agora, mais do que nunca, todos precisam se conscientizar do momento grave que estamos vivendo. Cada um precisa fazer a sua parte e reforçar cada vez mais os cuidados com o próximo. Evitem aglomerações, continuem utilizando máscaras e mantenham a higienização das mãos. É preciso esforço coletivo para vencermos essa guerra”, salienta a supervisora.

Outra medida preventiva adotada para assegurar que o ambiente interno das ambulâncias esteja sempre seguro e livre de qualquer tipo de microorganismos é o trabalho de desinfecção terminal das viaturas que são utilizadas para os atendimentos primários e de transferência inter-hospitalar de pacientes acometidos pela Covid-19. A higienização é realizada pelas equipes da Comissão de Controle de Infecção Pré-Hospitalar do Serviço de Controle de Infecção Pré-Hospitalar (SCIPH) do Samu Alagoas.

“O processo de desinfecção é realizado a partir do momento em que uma ambulância retorna de uma ocorrência de Covid-19. O veículo é encaminhado a um dique para que as portas, piso, corrimãos, teto, mobiliário dos materiais, maca, colchão, prancha rígida, entre outros equipamentos da viatura sejam devidamente desinfetados para proporcionar uma proteção maior aos nossos socorristas e aos pacientes que são atendidos”, explica a médica Josileide Costa.



























Tnh1